Mostrando postagens com marcador História. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador História. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Independência ou morte?

(foto de Emerson Menezes - Monte Pascoal/ Sul da Baía - considerado um dos primeiros pontos de terra, avistado do mar, pelos primeiros portugueses)


Os dias de paraíso sobre as terras, do que depois foi chamado de Brasil, foram abalados com a presença dos portugueses. Os tupiniquins - filhos originais destas terras - foram invadidos e aviltados, sem que pudessem protestar; já que tinham nas mãos miçangas e espelhos, que hipnotizando-os, imobilizara-os.

Sabemos que a HISTÓRIA é a interpretação narrativa da vitória dos poderosos, daqueles que tomaram, invadiram, mataram e muito mais, simplesmente para lançara além de si, o que julgavam ser seu domínio e propriedade. Por cá, certamente não foi diferente e penso sempre, nos índios - "negros da terra" - que por cá já plantavam, colhiam e comiam - sem que títulos de posse os dissessem e certificassem o mesmo. Nesta nossa história devemos sempre refletir sobre que independência é essa e de quê e/ou quem?

Para uma efetiva independência nacional

(imagem extraída da Internet - reprodução de quadro de Pedro Américo)
Que nesta data festiva, todos os brasileiros façam uma avaliação dos procedimentos dos três poderes brasileiros, e principalmente, que o povo se veja, de fato, representado no Legislativo. Que o grito da independência, na imagem construída acima, nas margens do córrego do Ipiranga, como um ato heróico de bravura, seja real nas intenções atuais, dos nossos governantes.

Lembremo-nos que ano que vem é de mudança na política, com as eleições, em todos os âmbitos e que assim, todos nós brademos nosso grito de independência efetivo, nosso berro de chega de roubalheira, de intolerância, intransigência, inoperância e tudo mais que atravanca o bom andamento de nosso país.

Que o povo não seja um coadjuvante nas decisões no país, como o vaqueiro retratado na imagem acima, no canto esquerdo, mas partícipes efetivos da política nacional.