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segunda-feira, 8 de março de 2010

Calouros da noite no Méier também pintam tela coletiva

Alunos calouros do campus Méier, do turno noturno, são recepcionados com uma atividade artística. Ao som de uma banda formada, em parte por alunos da faculdade, uma tela foi pintada coletivamente.

A mesma tarefa, implementada pelo DCE Wladimir Herzog e de iniciativa do Circo Industrial, foi executada pela manhã da quinta passada, mas à noite contou com a apresentação da Orquestra Industrial Experimental. Com formação tradicional em guitarras, baixo, bateria e saxofone; teve beat boys fazendo letras de improviso
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Concretismo no Art Vinyl Awards 2009

O Art Vinyl Awards 2009, competição criada para valorizar o trabalho de artistas gráficos ligados à indústria fonográfica, em sua quinta edição, apresentou capas interesantíssimas. Um painel de especialistas selecionou 50 capas, que depois foram votadas por internautas.

Apesar do disco do Muse ter ficado em primeiro lugar nessa premiação, o meu gosto escolheu a capa do Depeche Mode (acima neste post), do décimo segundo álbum da banda, chamado sounds of the universe. Escolhi-o por sua total semelhança com a arte concretista brasileira, como artistas de grande calibre, como Waldemar Cordeiro. Não sei o nome do artista que criou esta capa, mas aplaudo e apóio, e cabe, aqui, entre aspas...

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Carlos Vergara - "A Arte como discurso ligado ao pensamento"



Inaugurou ontem, para convidados (e hoje para o público), no Museu de Arte Moderna do Rio, a exposição "Carlos Vergara: a dimensão gráfica - Uma outra energia silenciosa". Contando com 200 obras do artista, em trabalhos que vem da década de 60 até os dias de hoje.

Segundo o próprio Vergara, "as gavetas foram abertas", revelando-se o trabalho deste profícuo representante das artes plásticas do país; onde desenhos pequenos e de grande porte aportam na sala monumental do MAM. A sala monumental por sinal, trabalho do magnífico Afonso Eduardo Reidy (a quem devo pôr entre aspas por aqui, mas ainda não o fiz); absorvem muitíssimo bem os trabalhos de Vergara, onde a luz natural oferece a iluminação adequada aos trabalhos, aproveitando-se mais, inclusive, os dias de horário de verão carioca.


Desde 1972 sem expor no museu, Vergara convida a todos os cariocas não só à sua exposição; como também, outras de muito bom calibre, como a de Iole Freitas, na Casa França Brasil, pois segundo o próprio artista; "o olho é uma porta para a poesia também".

Serviço:

Museu de Arte Moderna

Av. Infante Don Henrique 85, Aterro do Flamengo/ tel 2240-4944/ terça a sexta, do meio-dia às 18h./ Sáb. a dm. e feriados, do meio-dia às 19h./ Grátis (até 12 anos) e R$8,00 (com meia entrada)./ Dom. ingresso família, pagando-se R$8,00 para todos.

Crédito das imagens: extraídas da internet, sendo a foto do artista, de Amilcar Packer

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Petite Poupée, até 11 de outubro na coletiva Vem Na Mão, cabe entre aspas...

Coletiva de artistas urbanos, dentre os quais - Petite Poupée, do painel acima (em foto da coleguinha Liana Dantas) - até dia 11 de outubro no Centro Cultural da Justiça Federal, na Cinelândia. Imperdível e como tudo que é bom, cabe ser mencionada!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Fui no "VEM NA MÃO" e acabei jogado contra a parede


De todos os trabalhos de artes plásticas que tenho visto por agora, o que me surpreende muito positivamente são as intervenções públicas dos trabalhos de Petite Popée 7. Suas bonecas-cavalas-gordas são figuras que contrastam com a leveza no pincelado do seu desenho, que somado ao texto - que redondilha-se à silhueta da bonecas, dão-lhe graciosidade. É poético. É infantil. É bonito.

São belíssimos os trabalhos de Petite e merecem ser vistos não só nas ruas daqui do Rio de Janeiro, bem como, na exposição coletiva "VEM NA MÃO", em cartaz no Centro Cultural da Justiça Federal, até 13 de setembro (12h às 19h), com entrada franca. Lá Petite Popée juntamente com os artistas Alê Souto, Antonio Bokel, Bernardo Ramalho, Elvis Almeida, Gustavo Espiridião, Julio Castro, Marcelo Eco, Márcio Mitkay, Nueve polar, Ozi, Paulo Santos e Smael, sob curadoria do primeiro; fizeram um convite para conhecê-los num espaço interno, em salas próprias às exposições e acabam nos jogando contra a parede, dada a expressividade de seus trabalhos. É imperdível e, certamente, cabe entre aspas...

sábado, 1 de agosto de 2009

... mas antigos trabalhos cabem em reflexões atuais ...














Achei pinturas minhas detonadíssimas com o tempo, enroladas e guardadas. É interessante quando empreendemos viagens às questões próprias de nosso processo criativo, propiciando desta forma, reflexões profundas.

As pinturas foram fruto de estudos, nada mais. Não ambicionava para elas "obras" acabadas, algo a ser exibido. Apenas foram feitas como uma experimentação, um exercício de manejo de pincéis e cores, sobre a rugosidade de um papel. Foram feitas no dia 6 de janeiro de 2001, numa oficina livre de pintura, conduzida pelo professor de artes plásticas e aquarelista Alberto Kaplan.

São de proporções médias, e desta forma, em formatos maiores são interessantes, pois permitem observá-las em seu conjunto - absorvendo a imagem como um todo, assim como, também prescrutando-lhes os detalhes. E assim são hoje - o que era apenas um estudo, permitem-se para uma reflexão.