sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Palestra na Facha - campus Botafogo: A crise do Senado e a degradação da República


O resumo da vida em quatro frascos...

(imagem extraída da inernet)
Para descontrair e, principlamente, não nos esquecermos que "tudo passa sobre a face da terra" (Jose de Alencar); por isso devemos viver a vida intensamente, mas de forma participativa e com respeito ao próximo (que em última instância somos nós próprios) e ao meio ambiente (minha/nossa casa).

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Independência ou morte?

(foto de Emerson Menezes - Monte Pascoal/ Sul da Baía - considerado um dos primeiros pontos de terra, avistado do mar, pelos primeiros portugueses)


Os dias de paraíso sobre as terras, do que depois foi chamado de Brasil, foram abalados com a presença dos portugueses. Os tupiniquins - filhos originais destas terras - foram invadidos e aviltados, sem que pudessem protestar; já que tinham nas mãos miçangas e espelhos, que hipnotizando-os, imobilizara-os.

Sabemos que a HISTÓRIA é a interpretação narrativa da vitória dos poderosos, daqueles que tomaram, invadiram, mataram e muito mais, simplesmente para lançara além de si, o que julgavam ser seu domínio e propriedade. Por cá, certamente não foi diferente e penso sempre, nos índios - "negros da terra" - que por cá já plantavam, colhiam e comiam - sem que títulos de posse os dissessem e certificassem o mesmo. Nesta nossa história devemos sempre refletir sobre que independência é essa e de quê e/ou quem?

Para uma efetiva independência nacional

(imagem extraída da Internet - reprodução de quadro de Pedro Américo)
Que nesta data festiva, todos os brasileiros façam uma avaliação dos procedimentos dos três poderes brasileiros, e principalmente, que o povo se veja, de fato, representado no Legislativo. Que o grito da independência, na imagem construída acima, nas margens do córrego do Ipiranga, como um ato heróico de bravura, seja real nas intenções atuais, dos nossos governantes.

Lembremo-nos que ano que vem é de mudança na política, com as eleições, em todos os âmbitos e que assim, todos nós brademos nosso grito de independência efetivo, nosso berro de chega de roubalheira, de intolerância, intransigência, inoperância e tudo mais que atravanca o bom andamento de nosso país.

Que o povo não seja um coadjuvante nas decisões no país, como o vaqueiro retratado na imagem acima, no canto esquerdo, mas partícipes efetivos da política nacional.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O hino nacional na interpretação de Vanusa



Sem palavras, simplesmente triste de ver. E ainda disse depois, pra se desculpar, que estava sob efeito de medicação...

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Da suntuosidade das pequenas coisas cotidianas

(foto - Emerson Menezes)

Dormi e sonhei. Quando sonhava, percebia-me em poesia. Isso mesmo, quando menos se espera, quando não se procura por ela; ei-la lá! Inacreditável, que ainda no hoje, nos surpreendamos com o fato de que em cada canto há um canto guardado, sufocado, inaudito ou reprimido. Assim, já acordado, passei a catar cada peça, cada lasca, cada verso na simplicidade do cotidiano...

Os pássaros que toda a manhã, fazem algazarras no meu terraço; como se cantassem a benesse de não estarem engaiolados, ou simplesmente, pelo frescor da água que molha as plantas. O sol que queima ácaros no travesseiro estendido para fora da cama. O cheiro do arroz em alho e sal. O odor do café mais bolo de fubá do lanche da tarde. Um feixe de sol num bólide de cristal. O som do cabresto e da rabiola das pipas nos céus das ruas. O som do solitário grilo que perturba os penetráveis sons errantes do início da noite.

A poesia que é fugaz sem ser fútil; rápida sem ser rasteira; que cabe perfeita entre quaisquer aspas e que apesar de sua simplicidade é soberana de sentidos.