quarta-feira, 30 de setembro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Dia do Arcanjo Miguel - pois uma oração, nesse mundo em guerra, sempre cabe entre aspas...
Num mundo tão carregado de efeitos nocivos e negativos. Onde a intolerância e o preconceito vicejam. Onde a lei da desigualdade, quer se sobrepor. Onde os fracos e injustiçados clamam por justiça. Carece que levantamos nossas preces (sem que tenhamos de nos abster da luta, do constante questionar e da palavra que liberta); peçamos a interseção do mundo espiritual.Oração
São Miguel Arcanjo,
protegei-me no combate.
Defendei-me com vosso escudo contra
os embustes e ciladas do demônio.
Deus o submeta, instantemente vos pedimos e vós,
ó Príncipe da milícia celeste, pelo divino poder,
precipitai no inferno a satanás e aos outros espíritos malignos
que andam pelo mundo procurando perder almas.
Amém
São Miguel Arcanjo,
protegei-me no combate.
Defendei-me com vosso escudo contra
os embustes e ciladas do demônio.
Deus o submeta, instantemente vos pedimos e vós,
ó Príncipe da milícia celeste, pelo divino poder,
precipitai no inferno a satanás e aos outros espíritos malignos
que andam pelo mundo procurando perder almas.
Amém
domingo, 27 de setembro de 2009
Tegucigalpa de lá é aqui
Vendo a foto acima, extraída da internet, de uma localidade em Tegucigalpa, Honduras; verifiquei o quão próximos estão de nós (ou nós deles), não apenas na questão da proximidade geográfica, mas também por socialmente estarmos bem equiparados.
A rua acima poderia estar em qualquer bairro periférico, no zona norte ou na baixada fluminense: casas simples, com grades nas portas e janelas, de características arquitetônicas, como muitas outras semelhantes por cá; o adensamento desorganizado da fiação elétrica; a apropriação das encostas, destruindo-se a vegetação morro acima; o próprio adensamento urbano; tudo isso faz paralelos com a nossa realidade, que também igual, deixou-se moldar aqui e acolá e dar o seu "jeitinho".
Se para além disso, pensarmos que por cá também tivemos nossos direitos cerceados e nosso livre trânsito impedido, tendo sido nossa democracia usurpada; sentiremo-nos muito mais irmanados e congregados com nossos vizinhos de continente.
Independente do gesto de seu presidente eleito Manuel Zelaya, almejar a mudança da Constituição de seu país, em busca da possibilidade de uma reeleição; é inadmissível que a força dos canhões se coloque contra civis, e bombas sejam lançadas sobre a população que se coloca, que se manifesta.
Colocando-me lá, como aqui agora estou, não saberia dizer ao certo, como me portaria tendo o meu direito de ir e vir subtraído; como por lá se obrigou, com o toque de recolher. Mas poderia, facilmente, projetar-me assim: num bairro pobre de periferia...
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quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Ainda sobre a questão hondurenha...
O jornal O GLOBO de hoje, em seu editorial, coluna do Merval Pereira e na matéria: "Zelaystas não dividem comida", tratam a questão do apoio brasileiro à Zelaya, como um assunto perigoso para o Brasil.
É interessante verificar, que a tentativa de de Fernando Henrique Cardoso, aqui no Brasil em alterar a Constituição, para se reeleger, não tenha sido pautada pela imprensa, como está sendo no caso hondurenho, para relativizar afastamento do presidente eleito Zelaya.
Contudo, noves fora, um dos fatos pungentes é que a livre manifestação política do povo hondurenho está sendo cerceada. Estão usando a violência contra as manifestações de rua. Alguém por aí já viu ou ouviu falar de histórias assim, por aqui, pela América Latina?
É lamentável que comentários e opiniões sejam críticas desfavoráveis às atitudes soberanas da diplomacia brasileira, em relação a crise institucional em Honduras; afinal, basta de toques de recolher e bombas sobre civis.
Ditaduras nunca mais!
É interessante verificar, que a tentativa de de Fernando Henrique Cardoso, aqui no Brasil em alterar a Constituição, para se reeleger, não tenha sido pautada pela imprensa, como está sendo no caso hondurenho, para relativizar afastamento do presidente eleito Zelaya.
Contudo, noves fora, um dos fatos pungentes é que a livre manifestação política do povo hondurenho está sendo cerceada. Estão usando a violência contra as manifestações de rua. Alguém por aí já viu ou ouviu falar de histórias assim, por aqui, pela América Latina?
É lamentável que comentários e opiniões sejam críticas desfavoráveis às atitudes soberanas da diplomacia brasileira, em relação a crise institucional em Honduras; afinal, basta de toques de recolher e bombas sobre civis.
Ditaduras nunca mais!
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No Dia Internacional da Limpeza, exijamos um Congresso Nacional limpo
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Assim, Honduras não dura...

É inconcebível, que em pleno século XXI, na América Central ou em qualquer outra parte do mundo, ainda caibam espaços para ditaduras, ditadores e seus perniciosos rasgos de poder. O golpe de estado que destituiu o presidente de Honduras, Manuel Zelaya, no dia 28 de junho e logo em seguida o Congresso desse país centro-americano nomeando Roberto Micheletti, do mesmo partido de Zelaya e titular do legislativo; fez hoje duas vítimas fatais em Tegucigalpa, em confrontos de rua.
Manuel Zelaya, está refugiado desde segunda-feira na embaixada de Brasil, após ter regressado clandestinamente a Tegucigalpa; criando forte impasse político e democrático.
Confrontos de rua tomaram a cidade na terça e nesta quarta-feira, onde vândalos aproveitaram para saquear mercados.
Cinco manifestantes teriam sido feridos a tiros em outras partes da cidade, segundo fontes médicas ouvidas pela Reuters.
O golpe ocorreu em resposta ao desejo de Zelaya de realizar uma consulta popular para perguntar aos hondurenhos se queriam que, em simultâneo com as eleições a realizar em Novembro de 2009, se realizasse também uma votação no sentido de decidir a criação de uma Assembleia Constituinte que reformasse a Constituição.
Toque de recolher, fortes confrontos armados e principalmente um ditador usurpando o poder - assim, infelizmente, Honduras não durará.
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