domingo, 9 de novembro de 2008

Não coube entre aspas, mas foi escrito, despretensiosamente, em setembro de 2008:

O parto


Com nuvens, pétalas e peças,
despeço-me do tempo.

Não mais projeto,
não mais aguardo,
não mais sentido.

Agora,
tudo possuído do desejado
propulsar por liberdade.

Assim sendo,
com penas, penumbras e poças,

parto.

2 comentários:

Guilherme disse...

Como assim "não coube entre aspas"? Não foi você quem o escreveu? Li até o fim, vi a palavra "parto" e pensei: será que ele pensou em encerrar a peça com esse poema? Saiba que, pra finalizá-la ou não, gostei dele.

Guilherme disse...

Guilherme é o meu irmão. :)

Clarisse